Componentes Mecânicos e Ciclo de Refrigeração

  1. Compressores: O “coração” do sistema. Bombeia o fluido refrigerante para realizar a troca de calor.
  2. Gás Refrigerante (Fluidos): Substâncias químicas (como R-134a, R-410A ou R-600a) que circulam no sistema absorvendo e liberando calor.
  3. Filtro Secador: Retém umidade e impurezas sólidas no sistema, evitando entupimentos e oxidação interna.
  4. Válvula de Expansão / Tubo Capilar: Controla o fluxo de refrigerante que entra no evaporador, reduzindo a pressão do fluido.
  5. Evaporador: A serpentina interna onde o fluido “rouba” o calor do ambiente, realizando o resfriamento.
  6. Condensador: A grade externa que libera o calor retirado do interior para o ambiente externo.
  7. Válvula de Serviço (Schrader): Ponto de acesso para técnicos realizarem carga de gás e medição de pressão.

Componentes Elétricos e Eletrônicos

  1. Termostato: Dispositivo que liga e desliga o compressor conforme a temperatura desejada é atingida.
  2. Placa Eletrônica Interface/Potência: O “cérebro” das geladeiras modernas e ar-condicionados, controlando todos os ciclos.
  3. Capacitor de Partida: Fornece o torque inicial necessário para o motor do compressor começar a girar.
  4. Relé de Partida: Atua junto ao compressor para acionar os enrolamentos de partida e marcha.
  5. Protetor Térmico: Protege o compressor contra sobrecargas elétricas e superaquecimento, desligando-o se necessário.
  6. Sensores de Temperatura e Degelo: Informam à placa eletrônica as condições térmicas exatas para evitar acúmulo de gelo.
  7. Resistência de Degelo: Aquece periodicamente o evaporador em sistemas Frost Free para derreter o excesso de gelo.
  8. Microventilador: Circula o ar frio pelo interior do aparelho ou ajuda a resfriar o condensador.

Controle de Fluxo e Automação

  1. Válvulas Solenoides: Válvulas eletromecânicas que controlam a passagem do fluido. São essenciais para automatizar o ciclo, fechando a linha de líquido quando o setpoint é atingido.
  2. Bobinas para Solenoide: A parte elétrica que aciona a válvula. Vendida separadamente, pois costuma queimar devido a variações de tensão.
  3. Válvula de Expansão Termostática (TXV): Ajusta o fluxo de refrigerante para o evaporador com base na carga térmica, garantindo o superaquecimento ideal.
  4. Válvula de Expansão Eletrônica (EEV): Versão moderna e precisa da TXV, controlada por um driver eletrônico para máxima eficiência energética.
  5. Válvula de Retenção: Impede que o fluido retorne no sentido contrário, protegendo o compressor de migração de líquido.
  6. Válvula Reguladora de Pressão de Evaporação (EPR): Mantém uma pressão mínima no evaporador para evitar congelamento de produtos sensíveis.

Dispositivos de Pressão e Segurança

  1. Pressostato de Alta: Desliga o sistema se a pressão de descarga subir demais, prevenindo explosões ou danos ao compressor.
  2. Pressostato de Baixa: Protege contra vácuo indesejado ou perda de carga de gás, desligando o motor se a pressão cair excessivamente.
  3. Pressostato Dual: Combina as funções de alta e baixa em um único dispositivo de segurança.
  4. Pressostato de Óleo: Monitora a diferença de pressão da bomba de óleo do compressor para evitar que ele trabalhe sem lubrificação.
  5. Válvula de Segurança (Alívio): Dispositivo mecânico que abre para liberar pressão em caso de emergência extrema no reservatório.
  6. Transdutores de Pressão: Sensores de alta precisão que enviam sinais eletrônicos (4-20mA ou 0-10V) para controladores digitais.

Filtragem e Limpeza

  1. Filtro Secador de Linha de Líquido: Essencial para remover umidade e ácidos do sistema após a instalação ou manutenção.
  2. Filtro de Sucção (Burn-out): Instalado na linha de retorno após a queima de um compressor para garantir que resíduos não contaminem o motor novo.
  3. Núcleos de Filtro Substituíveis (Pedras): Elementos filtrantes usados em carcaças de grandes sistemas, permitindo a troca sem remover o corpo do filtro.
  4. Filtro de Óleo: Retém impurezas no sistema de lubrificação de compressores de grande porte (semi-herméticos e parafusos).

Monitoramento e Gestão de Óleo

  1. Visor de Líquido e Umidade: Janela de vidro que permite ver se o fluxo está constante e se há umidade no sistema (através de um indicador de cor).
  2. Separador de Óleo: Instalado na saída do compressor para garantir que o óleo retorne ao cárter e não fique “preso” no evaporador.
  3. Acumulador de Sucção: Protege o compressor contra o golpe de líquido, garantindo que apenas vapor entre na sucção.
  4. Controlador Eletrônico de Nível de Óleo: Utiliza sensores ópticos para gerenciar a injeção de óleo em racks de compressores.

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Linha EPS e PUR Modulares

Todo a linha de diversas marcas do mercado.

Painel Dupla Face EPS BR

Painel EPS (isopor) é laminado junto as chapas de aço pré-pintada ou galvanizado através da injeção de um composto especial Bi-componente de poliuretano. Tal processo de laminação garante à perfeita aderência do EPS as chapas pré-pintadas, evitando totalmente a possibilidade de futuros descolamento ou a formação de bolsões de ar. O Sistema de encaixe dos painéis é do tipo finger joint, sendo com um ou dois encaixes dependendo da espessura do painel.

Indicado para câmaras frigoríficas e construção civil devido a alta tecnologia aplicada em sua fabricação.
Alto poder de isolação térmica.

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Modelos

Placa Modulares Câmara Frigorífica – Fabricamos sob medida para o seu projeto.

EPS

EPS são usados como paredes isolantes, sendo recomendados para frigoríficos e câmaras frias. São reconhecidos por serem higiênicos, contar com isolamento térmico em EPS (poliestireno expandido) e possuírem exclusivo sistema de encaixe macho-fêmea que garante total vedação.

O isolamento térmico proporcionado pelo núcleo atua como uma parede isolante contra o frio ou calor. Uma obra que tenha suas paredes formadas por esses painéis térmicos utiliza menos ar condicionado, atendendo facilmente os requisitos de economia de energia.

Os painéis isolantes são fabricados em linhas totalmente automáticas e contínuas, proporcionando aos nossos produtos, maior qualidade, performance térmica e resistência.

Aplicações ideais dos Painéis Isolantes

PIR

PIR – Sua camada interna e externa é feita de Aço Galvalume, um material altamente resistente e durável, que garante a integridade das paredes. A camada intermediária, conhecida como núcleo, é composta por espuma térmica de Polisocianurato (PIR), que mantém a temperatura interna estável e reduz a transferência de calor entre o interior e o exterior, contribuindo para a economia de energia com equipamentos de climatização.

Esses painéis são perfeitamente adequados para Frigoríficos ou outros ambientes que requerem um controle rigoroso de ar, temperatura, umidade, iluminação e agentes contaminantes, como micróbios e partículas pequenas.

Aplicações ideais